31 de jul de 2016

Curso Fisioterapia Gerontológica em setembro em Salvador!! Participe!!

Nos dia 10 e 11 de setembro ocorrerá na cidade de Salvador (BA) o curso Fisioterapia Gerontológica: Teoria e Prática da Prevenção a Reabilitação de Idosos.

Datas / Horário

10 e 11 de Setembro de 2016
·         Sábado – Das 08:30 às 18:30 horas.
·         Domingo – Das 08:30 às 18:00 horas

Carga Horária16 horas/aula
Público Alvo
Pessoas graduadas na área da saúde (fisioterapia, terapia ocupacional e enfermagem) e alunos de graduação a partir do 5º período.
Objetivo
Qualificar o aluno para o atendimento fisio gerontológico do idoso, com uma abordagem biópsico-social, visando a prevenção e reabilitação funcional.
Preparar o aluno para a participação eficaz em equipe interdisciplinar na atenção à saúde do idoso.
Incentivar a realização de estudos e pesquisas na área de envelhecimento, por meio da indicação de bases de dados para as pesquisas gerontológicas.
Conteúdo Programático

1 – Conceitos fundamentais na Geriatria e Gerontologia (senilidade, senescência, independência e autonomia)
2 – Principais alterações fisiológicas do envelhecimento.
3 – Fisioterapia Gerontológica.
– “As 8 Premissas da Fisioterapia Gerontológica”.
– Avaliação fisio gerontológica e instrumentos de avaliação do idoso
4 – Papel do Fisioterapeuta na Equipe Interdisciplinar.
a) Prevenção de quedas e adaptação ambiental
b) Reabilitação Física e Funcional nos principais acometimentos do idoso
– Quedas (avaliação e reabilitação do equilíbrio)
– Doenças de Parkinson e um estudo de caso
– Doenças de Alzheimer e um estudo de caso
– Osteoporose
– Síndrome da Imobilidade


5 de jun de 2016

Vídeoanimação sobre "Moradia Segura para Idosos"

Este vídeo é bem interessante, pois por meio de uma história de animação, informa sobre várias orientações para deixar a casa segura, evitando acidentes e quedas dos idosos.

Confira!!!!


29 de mai de 2016

Pesquisa apresentada na Unicamp "Influencia da deambulação nas características antropométricas de idosos de uma ILPI"

Esta pesquisa foi realizada na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) pelos alunos do Curso de Fisioterapia e foi apresentada no IX Seminário de Pesquisa em Gerontologia e Geriatria que ocorreu em maio.

Confira abaixo o resumo completo da pesquisa:

Autores: Santos CS, Rodrigues KFES, Malta TF, Ribeiro CC, Castro AP, Dias FMV.

Instituições: Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e Programa de Pós-Graduação em Gerontologia - FCM - UNICAMP

Resumo

Introdução: O envelhecimento é um processo fisiológico que pode vir acompanhado de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), incapacitantes que ocasionam limitações e exigem cuidados específicos (SILVA et al., 2009).

Dados do Censo de 2010 mostram um crescimento da população com 65 anos ou mais, que era de 4,8% em 1991, passando a 5,9% em 2000 e chegando a 7,4 % em 2010. Consequentemente, verifica-se a transformação do perfil epidemiológico da população e aumento das doenças crônico-degenerativas, com limitações funcionais que, muitas vezes, comprometem a autonomia da pessoa idosa, podendo torná-lo residente de uma instituição de longa permanência (BRASIL, 2011).

A Síndrome do Imobilismo trata-se de um conjunto de alterações que ocorrem em indivíduos que permanecem acamados por um longo período. Essas alterações podem afetar todos os sistemas do corpo e seus efeitos comprometem, principalmente, a funcionalidade do paciente (CINTRA et al; 2013).

A antropometria tem se mostrado importante indicador do estado nutricional. Além de fornecer informações das medidas físicas e de composição corporal, é método não invasivo e de fácil e rápida execução. No caso de idosos, as medidas antropométricas mais utilizadas são: peso, estatura, perímetros e dobras cutâneas (MENEZES e MARUCCI, 2005)

Esse subprojeto faz parte de uma linha de pesquisa do grupo de Pesquisa em “Fisioterapia na saúde do idoso” (CNPQ/UFES), cujo Projeto intitula-se como “Avaliação das deformidades e perfil cardiorrespiratório em idosos residentes em instituição de longa permanência” e possui como objetivo avaliar a mobilidade, os aspectos nutricionais e a presença de úlceras em idosos acamados e deambuladores em uma instituição de longa permanência. O levantamento dos resultados do presente trabalho poderá contribuir para a elaboração do perfil dos idosos institucionalizados e proporcionar a idealização de uma intervenção fisioterapêutica específica para esta população no futuro desta linha de pesquisa.         

Objetivos: avaliar as características antropométricas de idosos deambuladores e não deambuladores residentes em uma instituição de longa permanência para idosos (ILPI).

Materiais e Métodos: Participantes- 48 idosos residentes no “Asilo dos Velhos” uma ILPI filantrópica da cidade de Vitória-ES, avaliados através da anamnese e exame físico. Procedimentos -foram mensuradas a gordura corporal, a altura, a massa óssea, o diâmetro de panturrilha e a perda de peso.

Tipo do estudo:  observacional descritivo;

Participantes: 78 idosos residentes na instituição de longa permanência denominada sociedade da velhice desamparada de vitória. critérios de inclusão: idade igual ou superior a 60 anos. foram excluídos do estudo indivíduos que não aceitaram participar da pesquisa e com amputações do lado direito do corpo.

Procedimentos:
  • assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido;
  • mini exame do estado mental (meem);
  • anamnese;
  • Exame Físico: sujeitos foram avaliados quanto gordura corporal, altura, massa óssea, diâmetro de panturrilha e perda de peso entre novembro e dezembro de 2013.
  • Avaliação da gordura corporal: pregas cutâneas (adipômetro). Realizaram-se três medições de cada prega cutânea, sempre do lado direito do corpo, e logo depois foi retirada a média. Nas mulheres, as pregas realizadas foram Axilar média, Panturrilha média, Supra-ilíaca e Coxa. Nos homens, a pregas realizadas foram Subescapular, Tricipital, panturrilha média e Supra-ilíaca.
  • Avaliação da altura: realizada por meio de fita métrica fixada na parede. Nos idosos acamados foi realizada a mensuração da mesma por meio da seguinte fórmula [2,02 x AJ (Cm)] - [0,04 x idade (anos)] + 64,19 para o sexo masculino e [1,83 x AJ (Cm)] - [0,24 x idade (anos)] + 84,88 para o sexo feminino. (COSTA e MONEGO, 2003).
  • Avaliação da massa óssea: foi utilizado paquímetro digital para a medição dos diâmetros radioulnar e femoral, ambos realizados do lado direito.
  • Avaliação da perda de massa muscular: foi realizada nos idosos acamados por meio da mensuração do diâmetro de panturrilha do membro inferior direito, realizada com o paciente em 90° de flexão de joelho com o uso de uma fita métrica na área de maior diâmetro. Valores menores que 31 cm foram considerados como perda de massa muscular (COSTA & MONEGO, 2003).
  • Análise de Dados: os valores foram expressos em média, desvio padrão e porcentagem. Foram utilizados os softwares Microsoft Office/Excel 2007 e Graph Pad Prism 5 para estatística. Teste t e correlação de Pearson foram realizados. Valores de p< 0,05 foram considerados estatisticamente significativos.
Discussão: A maioria dos idosos são deambuladores, solteiros, com baixa escolaridade e analfabetos, com comunicação preservada e sem perda de peso relevante nos últimos 12 meses; Os idosos não deambuladores apresentaram maior média de massa óssea, sugere-se que a mensuração dos diâmetros femoral e radioulnar, não seja a melhor escolha para a estimativa de massa óssea em idosos. Além disso, nestes idosos quanto menor a massa óssea, maior a gordura corporal e o diâmetro da panturrilha. Os deambuladores apresentaram maior média de gordura corporal. Além disso, quanto maior a idade menor a altura e a massa óssea dos mesmos;
           
Resultados: Os resultados demonstram que idosos acamados e deambuladores apresentam diferenças antropométricas em relação ao estado nutricional (massa óssea e gordura corporal). Desta forma, sugere-se que a mobilidade possa ter influenciado para que estas diferenças tenham sido encontradas.

Palavras-chave: instituição de longa permanência para idosos, antropometria, deambulação.

22 de mai de 2016

O idoso e a institucionalização

Esta entrevista trata de um assunto cada vez mais frequente entre a população idosa, a institucionalização ou não do idoso.

Por meio do caso de uma idosa de 100 anos, a Drª Cristina Ribeiro levanta aspectos a se considerar na escolha de uma instituição de longa permanência para o idoso, as chamadas ILPIs e esclarece dúvidas frequentes.

Confira a entrevista!!

15 de mai de 2016

Trabalho sobre "Instrumentos funcionais empregados na avaliação de idosos com a Doença de Parkinson" apresentado na Unicamp

O trabalho intitulado "Instrumentos funcionais empregados na avaliação de idosos com a Doença de Parkinson" foi apresentado no IX Seminário de Pesquisa em Gerontologia e Geriatria do Programa de Pós-Graduação em Gerontologia da Unicamp.

O evento ocorreu de 10 a 12 de maio na cidade de Campinas (São Paulo) e contou com a presença de palestrantes renomados na área.

Seguem os dados do trabalho. 

Título: Instrumentos funcionais empregados na avaliação de idosos com a Doença de Parkinson

AutoresCristina Cristovão Ribeiro1,2,   Erika Valeska da Costa Alves1,   Dayane Aparecida Viana1,3,  Daniel Eduardo da Cunha Leme1, Lucas Terra Nunes2, Bárbara Ribas2.

Instituições1. Programa de Pós-Graduação em Gerontologia - FCM - UNICAMP   2. Centro Universitário Dinâmica das Cataratas - UDC   3. Faculdade de
Talentos Humanos - FACTHUS

Objetivo do estudo: Realizar levantamento bibliográfico dos instrumentos funcionais mais utilizados na avaliação do idoso com Doença de Parkinson (DP).

Materiais e Método: Busca nas bases de dados Bireme, Scielo, Google Acadêmico, Medline e Lilacs, entre 2002 e 2015.

Resultados: Artigos publicados na língua portuguesa, com amostra composta por idosos com idade ≥ 60 anos, com diagnóstico de DP e submetidos a alguma avaliação de funcionalidade. Dos 125 artigos encontrados restaram 22 artigos. Dentre estes, 21 empregaram a Escala de Hoehn e Yahr (HY); 10 utilizaram a Escala Unificada de Avaliação da Doença de Parkinson (UPDRS); 8 o Mini Exame do Estado Mental (MEEM); 5 o Questionário de Qualidade de Vida na Doença de Parkinson (PDQ-39); 4 a Escala de equilíbrio funcional de Berg (EEFB) e o teste Timed Up and Go (TUG); 3 o Questionário de Avaliação de Qualidade de Vida Short Form-36 (SF-36); 2 o Questionário Internacional de Atividade Física (IPAQ), a Escala Visual Analógica (EVA), a Escala de percepção de esforço de Borg, o Balance Evaluation Systems Test (BESTest), o Mini Balance Evaluation Systems Test (MiniBESTest), o Teste de caminhada de 6 minutos (TC6), o Perfil de Atividade Humana (PAH), e testes de coordenação motora, força, flexibilidade, agilidade e equilíbrio dinâmico (AGIL); teste de resistência aeróbia e habilidade de andar (RAG), o Questionário Baecke Modificado para Idosos (QBMI) e o Questionário de dor McGill (MPQ) foram empregados apenas em 1 artigo.

Considerações Finais: A Escala de Hoehn e Yahr foi empregada em 95% dos artigos, destacando-se por sua importância para uma avaliação rápida e prática do estado geral de idosos com DP, não subtraindo a importância clínica dos demais instrumentos.

Referências Bibliográficas: 

-Barbieri FA, Batistela RA, Rinaldi NM, Teixeira-Arroyo C, Stella F, Gobbi LTB. Efeito do exercício físico na amplitude de movimento articular dos membros inferiores de indivíduos com doença de Parkinson. Fisioter Pesqui. 2014; 21(2):167-173.
-Bertoldi FC, Silva JAMG, Faganello-Navega FR. Influência do fortalecimento muscular no equilíbrio e qualidade de vida em indivíduos com doença de Parkinson. Fisioter Pesqui. 2013; 20(2):117-122.
-Bonjorni LA, Jamami M, Di Lorenzo VAP, Pessoa BV. Influência da doença de Parkinson em capacidade física, função pulmonar e índice de massa magra corporal. Fisioter mov. 2012; 25(4):727-736.
-Borges ED, Silva MS, Bottaro M, Lima RM, Allam N, Oliveira RJ. Força muscular isocinética dos extensores do joelho em indivíduos com doença de Parkinson. Fisioter mov. 2013; 26(4):803-811.
-Christofoletti G, Freitas RT, Cândido ER, Cardoso CS. Eficácia de tratamento fisioterapêutico no equilíbrio estático e dinâmico de pacientes com doença de Parkinson. Fisioter Pesqui. 2010; 17(3):259-263.
-Coriolano MGWS, Balbino JMS, Silva BRV, Cabral ED, Asano AG, Lins OG, et al. Caracterização da doe em pacientes com doença de Parkinson. Rev dor. 2014; 15(2):78-82.
-Diniz C, Lima LO, Cardoso F, Teixeira-Salmela L, Rodrigues-de-Paula F. Redução do limite de estabilidade direção-específica em indivíduos leve a moderadamente afetados pela doença de Parkinson. Fisioter Pesqui. 2011; 18(4):306-310.
-Filippin NT, Martins JS, Dela Libera LB, Halberstadt BF, Severo AR. Qualidade de vida de sujeitos com doença de Parkinson e seus cuidadores. Fisioter mov. 2014; 27(1):57-66.
-Lima LO, Rodrigues-de-Paula F. Taxa de recrutamento, viabilidade e segurança de um treinamento de potência muscular em indivíduos com doença de Parkinson: um estudo prova de conceito. Braz J Phys Ther. 2013; 17(1):49-56.
-Maia AC, Rodrigues-de-Paula F, Magalhães LC, Teixeira RLL. Adaptação transcultural e análise das propriedades psicométricas do Balance Evaluation Systems Test e do MiniBESTest em idosos e indivíduos com doença de Parkinson: aplicação do modelo Rasch. Braz J Phys Ther. 2013; 17(3):195-217.
-Pires S, Festas MJ, Soares T, Amorim H, Santoalha J, Henrique A, et al. Pistas auditivas musicais na fisioterapia em grupo de doentes com Parkinson. Arq Med. 2014; 28(6):162-166.
-Rodrigues-de-Paula F, Lima LO, Teixeira-Salmela LF, Cardoso F. Exercício aeróbio e fortalecimento muscular melhoram o desempenho funcional da doença de Parkinson. Fisioter mov. 2011; 24(3):379-388.

1 de mai de 2016

Documentário mostra a música como recurso terapêutico na Doença de Alzheimer!!

Muito interessante este documentário americano, originado de uma experiência real.

O documentário conta a trajetória de um assistente social que usa a música como recurso terapêutico para ajudar na estimulação da memória de pacientes com a Doença de Alzheimer!! 

Além de mostrar a realidade do envelhecimento nos EUA e quais medidas vem se adotando para se cuidar melhor dos idosos nas Instituições de Longa Permanência para os Idosos, as chamadas ILPIs, ou antigos asilos.




Vale a pena assistir!!!

28 de abr de 2016

XX Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia este ano em Fortaleza!!



De 08 a 11 de junho ocorrerá o evento, com muitas palestras, cursos, mesas de debate, apresentação de trabalhos e grandes nomes da Geriatria e Gerontologia nacional e internacional.

Participe!!

Acesse: http://cbgg2016.com.br/

19 de abr de 2016

Pesquisa sobre "Nível da Força de Preensão Manual em Idosos de uma ILPI em Foz do Iguaçu" na XXVI Jornada Paranaense de Geriatria e Gerontologia

Esta pesquisa intitulada "Nível da Força de Preensão Manual em Idosos de uma ILPI em Foz do Iguaçu" foi apresentada na XXVI Jornada Paranaense de Geriatria e Gerontologia que ocorreu nos dias 18 e 19 de março em Curitiba.

Autores da pesquisa: Reis, PF 2-3; Silva, CCR.1-2-3; Farias, NC 2-3; Moschen, GM 3; Viana, DA.1; Peres, LW 2; Dias, FMV 4.

1-Programa de Pós-Graduação em Gerontologia-FCM-UNICAMP. 2-Centro Universitário Dinâmica das Cataratas-UDC.3-Centro de Ensino Superior de Foz do Iguaçu-CESUFOZ. 4-Departamento de Educação Integrada em Saúde-Universidade Federal do Espírito Santo-UFES

Resumo:

Introdução: o principal fator de perda de força e potência em idosos está associado à sarcopenia progressiva nas unidades motoras, afetando diretamente a funcionalidade nas atividades de vida diária (AVD). 

Objetivo: foi verificar o nível da força de preensão manual. 

Métodos: A amostra teve 17 idosos, sendo 13 do sexo masculino e 4 do sexo feminino. A ferramenta utilizada para verificar a força de pressão manual foi um dinamômetro manual de marca JAMAR®, com o idoso sentado em uma cadeira, com 90º de flexão de cotovelo sendo a mão dominante. Cada participante realizou três séries de cinco segundos de contração isométrica máxima, com intervalos de trinta segundos entre as mesmas, respeitando os procedimentos recomendados pela Sociedade Americana de Terapeutas da Mão, realizada na mão dominante. A estatística utilizada foi descritiva quantitativa através do programa Bioestatic 5.0. 

Resultados: 82% dos indivíduos pesquisados estavam com níveis de força de preensão manual fraco. Neste sentido, as atividades de vida diária poderão ser prejudicadas, visto que, a utilização da mão é fundamental na qualidade de vida do idoso. Esta pesquisa demonstrou a necessidade do trabalho de força dos membros superiores (MMSS) na população pesquisada. 

Conclusão: conclui-se que o nível de força de preensão manual na maioria dos idosos pesquisados está no nível fraco, sendo necessários trabalhos de força dos membros superiores, visto que esta debilidade comprometerá as atividades de vida diária (AVD). Neste caso, foi um indicador importante da necessidade de inclusão de atividades físicas e exercícios de força nesta população.

Palavras Chave: idosos; força de preensão manual; atividades de vida diária

Referências bibliográficas:

-FIGUEIREDO, L. M. et al. Teste de força de preensão utilizando o dinamômetro jamar. Acta. Fisiatr. v. 14, n.2, p. 104-110, 2007.

-MALAGUTTI, W; BERGO, A.M.A. Abordagem Interdisciplinar do Idoso. Rio de Janeiro: Editora Rubio, 2010

-MOREIRA, D. et al. Abordagem sobre preensão palmar utilizando o dinamômetro JAMAR® : uma revisão de literatura. R. Bras. Ci. e Mov. Brasília v. 11 n. 2 p. 95-99, 2003. LEITE, S. N.;  

-NETTO,M. P. Gerontologia-A velhice e o envelhecimento em visão globalizada. São Paulo: Editora Atheneu., 2002.
                  
-RIBEIRO, C.C. As 8 Premissas da Fisioterapia Gerontológica: a atuação fisioterapêutica sob a ótima da Gerontologia. São Paulo: Andrei, 2012.

-SANTOS, M. C; ANDRADE. M. C. Incidência de Quedas Relacionada ao Fatores de Riscos em Idosos Institucionalizados. Rev Saúde Pública, v.29, p.57 68, jan/jun. 2005.

-SILVA, J.V. Saúde do Idoso :Processo de Envelhecimento sob Múltiplos Aspectos. 1ª ed. São Paulo: Iátria, 2009.